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18 de Maio de 2006

Governação estável e responsável


 


A actuação do Governo do PS tem sido "estável e responsável". Esta a convicção expressa por José Sócrates à saída da reunião da Comissão Política Nacional do nosso partido, realizada no passado dia 4, na sede do Largo do Rato, ocasião em que o líder socialista e primeiro-ministro manifestou confiança na recuperação do país no plano económico.


 


Depois de deixar claro que o Executivo socialista "não anuncia retomas", Sócrates mostrou-se confiante em que os resultados consolidados no primeiro trimestre deste ano apontem já para uma evolução "positiva, lenta mas gradual" da economia portuguesa.


 


"Pela sua parte - garantiu -, o Governo está empenhadamente a fazer as mudanças para que essa recuperação se registe", como ilustra bem o caso "do esforço feito para pôr as contas públicas em ordem". No plano interno, o secretário-geral sublinhou que o nosso partido está no Governo e sabe que "a coesão é um factor indispensável para que se cumpra o programa do Executivo".


 


Esta posição foi reafirmada pelo porta-voz do PS, Vitalino Canas, ao desmentir uma alegada existência de problemas entre a bancada socialista e o Governo liderado por Sócrates. "A articulação entre o Governo e o Grupo Parlamentar do PS tem sido perfeita", afirmou Vitalino Canas, assegurando de seguida que o Executivo informa com a antecedência possível e necessária os temas em discussão nos debates parlamentares. Na sua declaração aos jornalistas, Vitalino Canas retomou ainda o teor da intervenção feita por José Sócrates no início da reunião da Comissão Política do PS, sustentando que Portugal regista "uma melhoria ligeira e gradual da sua situação económica".


 


Este optimismo realista baseia-se - declarou - na "subida de dez por cento registada em Março ao nível do volume de negócios industrial" e no crescimento de "sete por cento nas exportações registada em Fevereiro". Criticando a oposição de direita por "retomar o discurso da tanga", Vitalino Canas contrapôs, sublinhando haver já "uma melhoria dos indicadores de confiança" e vincando que "a execução orçamental está controlada". O porta-voz do PS sustentou igualmente que "se estes indicadores se mantiverem será possível manter o défice das contas públicas em 4,6 por cento".


 


Já sobre a reforma da Segurança Social, cujas linhas-mestras foram apresentadas pelo primeiro-ministro no Parlamento, a 27 de Abril passado, a Comissão Política do PS considerou, segundo Vitalino Canas, que "ela está a ser compreendida pelo povo português" como o que efectivamente é, ou seja, uma necessidade urgente para a sustentabilidade do próprio sistema.

publicado por PS Seia às 11:04
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