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14 de Agosto de 2008

Factores que ajudam a explicar a recuperação do crescimento do PIB no segundo trimestre



1. Exportações continuam a subir, mas a menor ritmo


Longe vão os ritmos de crescimento do início de 2007, quando as exportações aumentaram acima dos 15%. Nos últimos meses, o ritmo de crescimento tem sido menor mas, ainda assim, positivo. Em Abril, as exportações cresceram 6,8% e, em Maio, 5,3%. O contributo para o aumento do PIB terá sido menor mas, mesmo assim, importante.



2. Portugal lidera subida na produção industrial


Em Junho, o índice que mede a produção industrial na zona euro caiu 0,5% face ao período homólogo, depois de uma queda de 1,8% em Maio. Em Portugal, no entanto, as notícias são boas. Portugal foi o país onde a produção industrial mais cresceu (3%) em termos mensais, embora em Maio tenha descido 6,6%. Face ao mesmo mês de 2007, o valor desceu 4,2%.



3. Vendas de camiões em alta, cimento recupera


As vendas de veículos pesados mantêm um ritmo de crescimento acelerado. Tanto em Abril como em Maio cresceram 11,4%, dando um contributo positivo para o aumento do investimento e do PIB. Já as vendas de cimento, um indicador próximo do investimento em construção, registaram uma subida de 5% em Abril, caíram em Maio, mas espera-se forte retoma em Junho.



4. Compras de bens de investimento a crescer


No segundo trimestre deste ano, as encomendas de bens de investimento não só cresceram, como aceleraram face ao trimestre anterior, contribuindo desta forma para o aumento do PIB. Apesar da crise, as empresas continuam a investir em equipamentos, uma tendência

publicado por PS Seia às 09:54


Economia e emprego voltam a crescer


Olhando para os números mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Banco de Portugal, é possível verificar que alguns indicadores de investimento e de exportações registaram um desempenho favorável no segundo trimestre.


 


Há sinais, sobretudo do lado do investimento e das exportações, de que a economia portuguesa terá evitado uma desaceleração no segundo trimestre, em termos homólogos, depois do desempenho decepcionante dos primeiros três meses do ano. Se assim for é de esperar que a criação de emprego também tenha continuado em terreno positivo.



As novas encomendas industriais domésticas de bens de capital subiram 17% no segundo trimestre; a produção industrial de máquinas e equipamentos caiu menos do que de Janeiro a Março; as vendas de cimento, também elas um indicador de investimento, revelam menor fragilidade; e as vendas de veículos pesados (camiões e autocarros) cresceram 11% em termos homólogos acumulados.


 


Os economistas explicam que o facto de a Páscoa ter sido extraordinariamente em Março, levou a que a actividade de Abril a Junho tenha acabado por beneficiar do efeito de calendário: houve mais dias úteis, logo produziu-se mais, reparam.

publicado por PS Seia às 09:52
13 de Agosto de 2008

Alargamento da Acção Social Escolar


As mudanças na Acção Social Escolar (ASE) vão traduzir-se, já a partir do próximo ano lectivo, no crescimento do número de beneficiários, que quase triplica para mais de 700 mil, bem como no aumento dos apoios a conceder aos alunos, contribuindo para a integração social, a promoção do sucesso e a prevenção do abandono escolar.


 


Com estas medidas, verifica-se o maior alargamento do número de alunos beneficiários dos apoios da ASE desde que o sistema foi instituído, mantendo-se a natureza dos apoios, ao mesmo tempo que se eleva o montante das comparticipações acima da inflação, passando a abranger os alunos do ensino secundário, em condições idênticas às dos que frequentam a escolaridade obrigatória.



O aumento do número de famílias apoiadas resulta da adopção de um novo critério, mais simples, para a determinação do escalão de rendimento das famílias - que passa a ser fixado em função do escalão para efeito da atribuição do abono de família - e da maior transparência do processo, através da unificação dos escalões de capitação.


O impacto financeiro deste alargamento dos apoios no que respeita a manuais e material escolares rondará os 30 milhões de euros, e relativamente às refeições os 43 milhões de euros. O investimento da primeira verba, que praticamente duplicará para os 60 M€, estará concentrado em Setembro e Outubro, enquanto o segundo será diluído ao longo do ano lectivo.

publicado por PS Seia às 11:59
08 de Agosto de 2008

Balcão Único


 


A rede de balcões únicos, que o Governo tem vindo a implementar desde há três anos, de modo a tornar os serviços mais simples, menos burocráticos e menos dispendiosos, vai ser ampliada dos actuais 431 para 658 balcões, o que representa a criação de mais 227 equipamentos deste tipo a nível nacional.


 


Com este passo, serão criadas 29 novas dependências para o registo de recém-nascidos nas maternidades e hospitais, incluindo, pela primeira vez, os privados, além de oito novos postos para a criação de sucursais, 75 para aquisição de imóveis, 45 para resolver heranças e divórcios, 32 para solicitar documentação automóvel e 16 para a criação de empresas.


 


O êxito desta iniciativa do Governo está bem patente nas mais de 50 mil empresas que foram criadas nos balcões únicos ao longo dos últimos três anos e nos mais de quatro milhões e meio de pessoas que usaram estes equipamentos para pedir documentos únicos automóvel, o que prova, na opinião do secretário de Estado da Justiça, Tiago Silveira, que a "vida dos cidadãos ficou efectivamente mais simples".


 

publicado por PS Seia às 16:42
05 de Agosto de 2008

Portugal na vanguarda do novo paradigma energético


 


O nosso país é um dos três pioneiros que vão testar os primeiros veículos eléctricos, visando a independência energética face ao petróleo e a redução da poluição ambiental e sonora.


 


O Governo do PS não vai ficar parado perante o terceiro choque petrolífero, garantiu o primeiro-ministro, José Sócrates, na cerimónia de formalização de uma parceria com a aliança Renault-Nissan para a comercialização de veículos eléctricos, que se espera poderem ser lançados em larga escala a partir de 2010.


 


No Parque das Nações, José Sócrates deixou claro que o nosso país vai defender a sua "independência nacional" com a adopção de um novo paradigma baseado nas energias renováveis, mostrando-se empenhado "em criar em Portugal um modelo com mais autonomia energética e que o torne menos dependente do petróleo". "Este memorando de entendimento com a Renault-Nissan é o sinal que não vamos ficar parados, tal como ficamos nos primeiro e segundo choque petrolífero", reforçou Sócrates, lembrando que durante as referidas crises mundiais dos combustíveis fósseis as economias ocidentais "muito falaram, mas nada fizeram, porque todas aceitaram pagar o imposto, que verdadeiramente é um imposto sobre toda a sociedade".


 


Segundo Sócrates, Portugal "pretende ser um laboratório dos futuros carros eléctricos", pelo que o Executivo está aberto para receber investimentos neste domínio por parte de outros construtores automóveis. Em relação à aposta nestes veículos sem emissões poluentes, o primeiro-ministro sublinhou que o nosso país "está na linha da frente desta aventura com a Dinamarca e Israel".


 

publicado por PS Seia às 22:10
04 de Agosto de 2008


Governo vai flexibilizar constituição


de Zonas de Intervenção Florestal


 


O Governo está a preparar uma nova legislação que deverá encurtar o tempo de constituição das Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) de dois anos para sete meses. Segundo o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Ascenso Simões, o processo de criação das ZIF é "muito burocrático", pelo que está ser preparada nova legislação para agilizar o processo.



Ascenso Simões aproveitou ainda para anunciar em Faro a criação de duas novas ZIF no Algarve, em Tavira e São Brás de Alportel, o que significa mais 4.400 hectares de área nacional intervencionada por aquelas zonas.



Segundo o secretário de Estado, existem cerca de 124 mil hectares de área intervencionada, mas o objectivo é atingir no fim do ano os 200 mil hectares e fazer com que a nova legislação permita criar uma ZIF em sete meses.



As ZIF são áreas territoriais contínuas e delimitadas, constituídas maioritariamente por espaços florestais, submetidas a um plano de gestão florestal e a um plano de defesa da floresta contra incêndios e geridas por uma única entidade.


 

publicado por PS Seia às 21:54
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