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31 de Agosto de 2009

PS aposta no progresso e na modernidade


 


José Sócrates, afirmou que nas próximas eleições legislativas estará em jogo uma escolha entre duas mundivisões, entre o progresso e a modernidade dos socialistas, e outra retrógrada e conservadora.


 


No comício de "rentrèe" do partido, que assinalou também o encerramento do da JS Summer Fest, o secretário-geral do PS defendeu que "há duas formas de olhar para a sociedade e para o futuro. Aqui, neste partido, neste Governo, ninguém acredita que o casamento deve servir apenas para a procriação; aqui ninguém acredita que é preciso uma lei do divórcio que o dificulte, porque aqui acredita-se na liberdade e na tolerância". "Quero que saibam que nós não deixaremos de lutar pelos direitos sociais de todos os que escolheram livremente viver em união de facto. Não foi possível aprovar essa lei nesta legislatura, mas aprová-la-emos na próxima se ganharmos as eleições"declarou, perante uma plateia de jovens.


 


José Sócrates sublinhou também que o PS defende uma sociedade aberta e tolerante. "Aqui, no PS, ninguém se lembraria de dizer que as obras públicas é para dar emprego a cabo-verdianos ou ucranianos. Essa mundivisão não tem lugar nem no PS nem num país progressista e moderno como queremos para Portugal", afirmou.


 


Para José Sócrates, o PS apresenta-se às eleições como protagonista "de uma visão moderna do país", pelo que afirmou que "estamos aqui para lutar contra uma visão passadista, uma visão retrógrada, conservadora, que não está à altura dos tempos. Este é o tempo de lutarmos por um país de progresso, de futuro, europeu e à altura do seu tempo, com abertura, tolerância e vontade de vencer", acrescentou.


 


O comício de "rentrèe" do PS foi aberto pelo presidente da Câmara de Torres Vedras, Carlos Miguel, seguindo-se intervenções do líder da JS, Duarte Cordeiro, e da mandatária para a Juventude do PS, Carolina Patrocínio.


 

publicado por PS Seia às 08:47
25 de Agosto de 2009

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publicado por PS Seia às 16:12
15 de Agosto de 2009

Vieira da Silva critica "afirmações graves" de Aguiar Branco


 


O coordenador da campanha eleitoral do Partido Socialista, José Vieira da Silva, lamentou hoje as afirmações feitas sexta-feira pelo vice-presidente do PSD, Aguiar Branco, segundo o qual o executivo socialista é um Governo "sob suspeita".


 


"São afirmações graves, feitas no contexto de uma iniciativa pré-eleitoral desse partido (...), afirmações lamentáveis e que indiciam uma estratégia de recurso à insinuação, à maledicência, ao combate político ao seu mais baixo nível", disse hoje Vieira da Silva em conferência de imprensa, na sede nacional do PS. Segundo o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, "estas afirmações marcam um tom por parte do PSD para o debate eleitoral que o Partido Socialista gostaria de repudiar de forma muito clara".


 


"Se o PSD tem dificuldades - que são reconhecidas - de apresentar aos portugueses algo que se aproxime minimamente de um programa político ou se o PSD tem problemas - visíveis - de instabilidade interna, que não tenha ilusões, porque não é o regresso à política da difamação, dos ataques de carácter, que servirá para esconder esses problemas", sublinhou. "Este é um caminho inaceitável - prosseguiu - que não está à altura dos desafios e dos problemas que Portugal e os portugueses defrontam".


 


 


Estratégia eleitoral socialista está "há muito" definida


 


O coordenador da campanha do PS, José Vieira da Silva, defendeu hoje que a estratégia eleitoral do partido está "há muito" definida, reagindo a declarações de Ferro Rodrigues ao Expresso sobre eventuais coligações de um futuro governo socialista.


 


A última edição do semanário tem como título uma citação do ex-líder socialista Eduardo Ferro Rodrigues, segundo o qual o "PS deve desafiar PCP e BE para o Governo", seguida de uma outra: "e se não der, deve virar-se para o PSD - nunca para o CDS".


 


Vieira da Silva sublinhou que "o Partido Socialista já definiu há muito a sua estratégia eleitoral".


 


"É uma estratégia que se dirige aos portugueses, que se dirige ao eleitorado, nomeadamente ao eleitorado que votou no Partido Socialista e ao eleitorado que se revê na estratégia de modernização do país e de resposta à crise que temos vindo a desenvolver para que esse eleitorado nos dê confiança para governar", indicou.


 


"Essa é a nossa estratégia eleitoral. Qualquer outro cenário só será avaliado quando ele se colocar", rematou.


 


 


Moita Flores não vota em Ferreira Leite


 


O presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores, confessou que nas eleições legislativas não vai votar em Manuela Ferreira Leite, líder do PSD que o apoia na campanha autárquica e admitiu que "talvez" escolhe o primeiro-ministro e secretário-geral do PS, José Sócrates, no dia 27 de Setembro.


 


Numa entrevista dada ao semanário 'Expresso', o autarca independente confessa estar 'desolado' com o mandato de Ferreira Leite e anuncia que não irá fazer campanha pelo PSD. O desânimo de Moita Flores prende-se com a 'necessidade de uma mudança' no partido que 'não se confirmou'.


 


Descontente com o rumo do PSD, Moita Flores assume que, ao fim de quatro anos de coexistência, tem 'uma excelente relação de cooperação com este Governo' e que 'Santarém não se pode queixar'. E, apesar de considerar que o Executivo de José Sócrates foi 'desastradíssimo' nas áreas da Educação e da Agricultura, o autarca elogia o impulso dado às energias alternativas e à mobilidade eléctrica.


 


 

publicado por PS Seia às 22:56
14 de Agosto de 2009

Portugal com a inflação mais baixa da UE


 


"As mais baixas médias de 12 meses até Julho de 2009 registaram-se na Irlanda e Portugal (ambas 0,5 por cento) e na Alemanha, Franca e Luxemburgo (todas com 1,1 por cento), enquanto as mais altas registaram-se na Letónia (8,8 por cento), Lituânia (7,8 por cento) e Roménia (6,6 por cento)", refere um comunicado que o gabinete de estatística da União Europeia hoje divulgou.


 


Segundo o Eurostat, nos 16 países da zona euro a inflação anual em Julho de 2009 foi negativa em 0,7 por cento, em comparação com a inflação negativa de 0,1 por cento em Junho, a primeira queda anualizada de preços desde que a zona euro foi criada em 1999.


 

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publicado por PS Seia às 15:36
13 de Agosto de 2009

Economia portuguesa está a recuperar


 


A economia portuguesa recuperou 0,3 por cento no segundo trimestre deste ano, em relação aos três meses anteriores, com o Produto Interno Bruto (PIB) a cair 3,7 por cento em termos homólogos, de acordo com dados divulgados esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).


 


Os dados divulgados, esta quinta-feira, pela estimativa rápida do INE indicam que no primeiro trimestre do ano a economia portuguesa inverteu a tendência de queda de três trimestres consecutivos, acompanhando assim a recuperação das duas maiores economias da Zona Euro, a Alemanha e a França.


 


Em termos homólogos, a variação no segundo trimestre de 2009 foi de menos 3,7 por cento, sendo que registou uma ligeira recuperação face ao trimestre anterior cuja variação foi de 3,9 por cento.


 


Também a economia europeia caiu 0,1 por cento no segundo trimestre do corrente ano, uma desaceleração do ritmo da recessão, com alguns Estados-membros, como Portugal, a registarem mesmo um crescimento positivo, divulgou o Eurostat. Este organismo responsável pelas estatísticas da União Europeia (UE) publicou as «estimativas rápidas» do Produto Interno Bruto (PIB) das 27 economias europeias.


 


As previsões apontam para uma redução do ritmo da queda do produto da UE de menos 2,4 por cento do PIB no primeiro trimestre de 2009 para menos 0,3 no segundo trimestre - menos 2,5 e menos 0,1 para a Zona Euro (17 Estados-membros). Em relação à Zona Euro, as 17 economias europeias dão conta que o PIB no segundo trimestre do ano cresceu, para além de Portugal, na Alemanha (0,3), Grécia (0,3), França (0,3) e Eslováquia (2,2).


 


O presidente da Associação Empresarial de Portugal considerou que a evolução da economia portuguesa nesta crise foi «melhor que a média dos parceiros europeus ao contrário do que aconteceu nas crises anteriores».


 


Comentando o crescimento do PIB português em 0,3 por cento no segundo trimestre de 2009, José António Barros entende que a resposta a esta crise está a ser boa por parte dos agentes económicos, porque estão a retomar a confiança


 

publicado por PS Seia às 12:51
12 de Agosto de 2009

Socialistas apresentam programa


e festa para a juventude


 


O Partido Socialista e a Juventude Socialista apresentam hoje, no BBC, em Lisboa, a partir das 17h00, as propostas na área da juventude incluídas no Programa de Governo "Avançar Portugal", bem como o anúncio do programa, data e local para a Festa da Juventude 2009.


 


Esta iniciativa conta com as participações de Duarte Cordeiro, líder da Juventude Socialista, João Tiago Silveira, porta-voz do Partido Socialista, e Carolina Patrocínio, mandatária para a juventude.

Local: Belém Bar Café, Avenida Brasília, Pavilhão Poente


 

publicado por PS Seia às 17:33
11 de Agosto de 2009

José Sócrates apela a "uma escolha decisiva"


 


No artigo de opinião hoje publicado no Jornal de Notícias, José Sócrates aponta a atitude na governação, o investimento público e as políticas sociais como os três pontos fundamentais que separam o PS da direita, apelando a uma escolha decisiva nas próximas eleições legislativas.


 


Leia aqui o artigo na íntegra...


 


O secretário-geral socialista refere a existência de uma "velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o PS e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o país" e apela a que "não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder".


 

publicado por PS Seia às 17:26
08 de Agosto de 2009

Luís Figo apoia Sócrates


 


Em entrevista ao Diário Económico, Luís Figo faz uma "avaliação muita positiva" do trabalho do Governo e espera que "Sócrates mantenha a energia para mobilizar o país" durante mais quatro anos de governação. Figo lembra que "foram feitos investimentos importantes em infra-estruturas" e destaca a importância da aposta nas energias renováveis, sublinhando que "o país tem feito um caminho de desenvolvimento, como na educação e nas novas tecnologias, que tem de ser continuado nos próximos anos".



Luís Figo afirma que faz "uma avaliação muita positiva do trabalho deste Governo nos últimos quatro anos", e alerta que "no momento em que estamos com as eleições à porta, é preciso garantir a estabilidade e continuidade das decisões que foram tomadas, para que a entrada de um novo governo não signifique que se começa tudo outra vez do início. Não é positivo para o país estar sempre a mudar de rumo e de opções e é sempre necessário algum tempo para as coisas produzirem efeitos".



A referência mundial do futebol diz ver "a energia de José Sócrates, a capacidade empreendedora", e espera "que continue a ter essa capacidade de mobilizar o país", concluindo que "bem precisamos".

publicado por PS Seia às 20:20
06 de Agosto de 2009

Pôr números às coisas


 


A única ideia programática forte e consistente que se conhece do PSD até ao momento em que escrevo estas palavras é a decisão de suspender o investimento público directo ou em parceria, em domínios como as acessibilidades ferroviárias, rodoviárias e aeroportuárias, as redes de nova geração, as barragens e as outras energias renováveis e o parque escolar. Essa opção tem uma leitura política e ideológica clara mas não é dela que pretendo tratar neste texto. Importa que os portugueses percebam que para além de travar a criação de estruturas decisivas para a competitividade e a sustentabilidade futura do país, estas decisões terão consequências imediatas no emprego, na criação de riqueza e nas oportunidades de subcontratação para as PME nacionais.


 


A construção do novo aeroporto, da nova travessia do Tejo, do comboio de alta velocidade, da rede de abastecimento da mobilidade limpa, das barragens, das novas escolas ou das novas redes de banda larga, criará milhares de empregos directos e indirectos e dará actividade a muitas micro e pequenas empresas que assegurarão serviços de apoio, subempreitadas e manutenção.


 


No Alentejo por exemplo, a criação de emprego directo previsto atinge mais de um quarto da actual população activa e a dinâmica conduzirá a um necessário repovoamento do território, à fixação dos jovens e à atracção de novos e mais qualificados trabalhadores para dar resposta às necessidades e às oportunidades criadas. O mesmo se passará nas outras regiões do país, aumentando a coesão territorial e reduzindo assimetrias de desenvolvimento e de qualidade de vida no nosso território.


 


Vamos entrar numa fase de saudável debate político e troca vigorosa de ideias. Pôr o nome às coisas será muito importante. A política é uma actividade nobre e a ideologia é o centro da sua afirmação. Mas no actual contexto de crise e dificuldade também é muito importante pôr números às coisas. Quantificar e explicar a destruição de emprego e de riqueza que está associada à travagem brusca das políticas de investimento público e público-privado de requalificação do território é o mínimo que se pode exigir a quem a propõe. Explicar eventuais ganhos colaterais também. Tem a palavra o PSD e a sua líder, porque o silêncio actual e a recusa em pôr números às coisas auguram o pior.


 


Carlos Zorrinho

publicado por PS Seia às 17:36
05 de Agosto de 2009


Salário mínimo português


foi dos que mais cresceu


na zona euro durante a crise


 


Segundo o Jornal Público de hoje, o salário mínimo português está a ser, desde que começou a crise financeira internacional, um dos que mais sobe na zona euro.



De acordo com os dados publicados na semana passada pelo Eurostat, o salário mínimo nacional, actualmente situado nos 450 euros, registou entre 2007 e 2009 uma actualização de 11,7 por cento, o que compara com a média de oito por cento nos 10 países do euro para os quais há dados disponíveis. Destes, apenas a Eslovénia, que aderiu à moeda única em 2004, registou uma taxa de crescimento maior (12,8 por cento) que a portuguesa.



Nos países da União Europeia que ainda não têm o euro como divisa e onde a taxa de inflação é mais alta e o nível salarial mais baixo, o ritmo de actualização do salário mínimo foi, em geral, bastante mais elevado.


 

publicado por PS Seia às 09:44
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