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29 de Agosto de 2006

Estado mais justo é objectivo


da agenda reformista do Governo


 


Defender o Estado social, criar melhores condições para o crescimento económico e melhorar a qualificação dos portugueses são as três áreas da agenda reformista que o Governo tem vindo a prosseguir e que tem como ambição fazer de Portugal "um país mais moderno, competitivo e com menos desigualdades".


 


José Sócrates começou por sublinhar que o partido "está num bom momento" e que tem "muito orgulho em servir o país num momento tão difícil como este, concentrado em trabalhar para resolver os problemas dos portugueses". E adiantou que "a maioria que o país deu há 16 meses ao PS não foi para que tudo ficasse na mesma, mas para fazer as mudanças necessárias" em nome do interesse geral. Nesse sentido, recordou que o Governo tem lançado um vasto conjunto de reformas em vários domínios do Estado, para que "esse Estado seja mais justo e com prestações sociais sustentáveis no futuro".


 


"Todas as mudanças que fizemos visam preservar o Estado social, que ajudámos a lançar, de crises orçamentais", disse. E exemplificou com as mudanças operadas no sistema público de Segurança Social, visando garantir a sua sustentabilidade, como a uniformização da idade da reforma entre o sector público e privado, o fim dos regimes especiais "injustificáveis e para todos os gostos" na Administração Pública, começando com o fim do regime especial que vigorava para os titulares de cargos públicos. Determinado em garantir a sustentabilidade da Segurança Social pública, que classificou como "a maior conquista civilizacional", o secretário-geral criticou "uma certa esquerda que acha que a única atitude a tomar seria deixar tudo na mesma, quando era evidente que o sistema estava ameaçado e se nada fosse feito entrava em desequilíbrio dentro de dois anos.


 


"Ainda agora começámos, mas as coisas já estão a melhorar. Já estamos a crescer e a obter os primeiros resultados, tendo a economia crescido um por cento", disse. Na sua intervenção, o líder socialista referiu que o PS é um partido "com consciência social", dando como exemplo a implementação do complemento solidário para idosos, que visa "dar resposta à pobreza mais desesperante, que é a pobreza dos idosos". Frisando que o complemento solidário para idosos "é a maior medida de combate à pobreza, a seguir ao rendimento mínimo", lamentou que o Estado "tenha andado a distribuir privilégios e benesses por classes que não precisam, em vez de ajudar os que mais precisam", como é o caso dos idosos com baixos rendimentos.

publicado por PS Seia às 14:33
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