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24 de Agosto de 2006

Melhores resultados com menos meios


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Aviões menos horas no ar, menos meios de reforço, menos militares empenhados no terreno. Apesar dos recordes no número diário de ocorrências atingidos na primeira quinzena de Agosto, os dados quantitativos de actuação do dispositivo de combate a incêndios mantêm-se todos muito longe dos valores de 2005. O número de horas de voo dos meios aéreos é de pouco mais de metade do ano passado, considerando o período até 15 de Agosto, a actuação dos grupos de reforço ficou-se por um terço e também o recurso a meios militares e outros apoios logísticos diminuiu.



Este ano aumentou o número de brigadas helitransportadas e (a concretizar-se a principal aposta da directiva operacional) o uso de meios aéreos na primeira intervenção, mas o número de horas de voo é percentualmente mais reduzido nos helicópteros, que fazem o transporte das brigadas - e menos sentido nos meios pesados.



Estes dados contrastam com a estatística das ocorrências, que este ano é superior à média dos cinco anteriores (respectivamente 19 195 e 17 933), embora o número de incêndios (com mais de um hectare) seja inferior. Isto explica-se porque na contabilidade final entram os fogachos (com menos de um hectare) e as ocorrências sem área, como os falsos alarmes, que representam cerca de um quarto do total, segundo dados da Direcção-Geral de Recursos Florestais.


 


Olhando apenas para os dados de 2006 - os que foram disponibilizados -, verifica-se que, curiosamente, são as 13 equipas helitransportadas de voluntários as que têm mais intervenções (819). O Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR (que tem 12 brigadas) assegurou 670 missões e os chamados "canarinhos" (equipas profissionalizadas das corporações de bombeiros), que são apenas nove, fizeram 557.


 


A explicação para esta prevalência das brigadas voluntárias deve-se, segundo Gil Martins, ao facto de estarem colocadas "nos distritos que têm registado mais ocorrências, como Braga, Porto, Lisboa e Aveiro". Quanto aos níveis globais de eficácia das brigadas (considerando como parâmetro que abandonem o local com o fogo dominado), afirma que se situam nos 91%. 

publicado por PS Seia às 10:25
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