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18 de Janeiro de 2008


Ideologicamente vivos


 


Certos analistas e comentadores têm vindo a proclamar repetidamente nas suas vetustas e consagradas colunas e blogues a designada morte ideológica do PS. Não faria mal a esses opinadores perguntar a si mesmos, com humildade filosófica, se essa "morte" anunciada não é prematura ou se não configura um erro de diagnóstico de quem continua a olhar o mundo a partir dum ponto fixo de análise ancorado algures nas matrizes analíticas do século passado.


 


Aquilo que muitos parecem recordar com estranha saudade e referenciar como sinais perdidos de vivacidade ideológica do PS, não era mais do que a nossa tendência endémica e folclórica para uma certa intriga palaciana e para um borbulhar múltiplo de fontes anónimas ao seu serviço. Uma tendência que se esbateu e plasmou em capacidade de proposta e mudança com sensibilidade social.


 


Hoje o PS é menos tema de noticias bombásticas e de confrontos verbais na praça pública, mas tem vindo a praticar mais e melhor o seu ideário na concretização de políticas inovadoras e modernas, quer no plano nacional, quer no exercício de funções governativas com forte impacto na Europa e no Mundo.


 


Estamos hoje ideologicamente mais vivos do que nunca. Ideologicamente vivos num registo que escolhemos e concebemos e que gera um natural e saudável contraditório interno e sobretudo externo, não obstante a fragilidade das oposições para o confronto frontal de modelos e soluções. Estamos ideologicamente vivos no debate e na acção. Ideologicamente vivos e prontos para confrontar opções com as oposições e com os oráculos dum passado de glória que se honra com mudança e não com estagnação, com risco e não com dogma, com inovação e não com resistência e inércia.


 


Estamos ideologicamente vivos, confiantes e prontos para o debate. Por isso, deixo nesta crónica um voto singelo. O voto que 2008 seja um tempo de acção e reflexão, com espaço para todas as visões e perspectivas, permitindo-nos estar com dinâmica e sentido crítico á altura dos enormes desafios que nos esperam enquanto partido de governo em Portugal.


 

publicado por PS Seia às 15:36
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