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01 de Outubro de 2007

A última Assembleia Municipal


deve ser considerada como um marco histórico


para o concelho de Seia


 


Mais do que as palavras, são os actos que distinguem os líderes: levar um grande grupo empresarial português, diria mesmo, levar o maior grupo empresarial português, a investir no nosso concelho, é um acto que coloca o Partido Socialista e o seu líder actual, Eduardo Brito, na "top list" das entidades e pessoas que têm uma visão de futuro para o concelho de Seia. Mas não só: também das entidades e pessoas que sempre acreditaram na viabilidade do nosso concelho e lutaram sem baixar os braços ou, o que é muito dignificante, sem adiarem o desenvolvimento do concelho por receio de quebrarem as fidelidades partidárias.


 


O desenvolvimento do concelho de Seia esteve sempre, para os socialistas, em primeiro lugar. E o que se discutiu na última Assembleia Municipal demonstra isso mesmo.


 


Para além da aprovação do protocolo com a EDP, que permitirá a criação de cerca de 250 postos de trabalho, os restantes pontos da ordem de trabalhos estão relacionados com o desenvolvimento sustentado do concelho, que implica uma ponderação de factores, em que a sustentabilidade financeira do município pontifica. Mas não podia ser de outro modo: manter a derrama, conhecendo previamente que, isoladamente, o sujeito passivo de IRC iria pagar menos, por alteração dos pressupostos, mas que, ao mesmo tempo, os contribuintes seriam em maior número, ou seja, aumenta a quantidade de sujeitos passivos, acaba por funcionar como um mecanismo de justiça fiscal, já que aumenta o número de contribuintes para o conjunto da receita do município, o mesmo é dizer, aumenta o número dos que contribuem para o progresso e desenvolvimento do concelho.


 


Em contrapartida, aprovou a última Assembleia Municipal as novas taxas de IMI, a antiga contribuição autárquica, com uma descida relativamente à taxa anterior e o aumento do número de freguesias que beneficiavam da minoração na taxa. Ora, não se trata apenas de uma medida social, que o é também, trata-se de um forte incentivo à fixação de pessoas nas freguesias que demonstram potencial de desenvolvimento e que justificam um tratamento desigual, beneficiando, por isso, de uma taxa mais baixa do que as restantes.


 


Estas importantes decisões, que demonstram que o executivo socialista faz uma gestão responsável dos recursos financeiros, gerindo os factores em jogo, contrasta com a atitude da oposição, sempre pronta a criticar sem apontar caminhos, esquecendo-se até de pontos da ordem de trabalhos, como procedeu relativamente à indicação dos representantes das Juntas de Freguesia para o Conselho Cinegético Municipal e para a Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios.


 


Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Municipal

publicado por PS Seia às 09:39
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