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14 de Dezembro de 2006

Segurança Social lança megaoperação


de fiscalização a sete mil empresas


 


Os serviços da Segurança Social têm em curso uma acção de fiscalização de sete mil empresas que não procederam à entrega das declarações de salário dos seus trabalhadores, nem responderam às notificações já feitas. Esta acção segue-se a uma outra, realizada em Setembro, que envolveu a notificação de um total de 71.775 empresas.


 


O anúncio foi feito pelo ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, em conferência de Imprensa destinada a apresentar o balanço do plano de combate à fraude e evasão contributivas e prestacionais, referente ao terceiro trimestre, em que foi assegurada, nos primeiros nove meses de 2006, uma receita superior à prevista para o ano inteiro, num total de 352,4 milhões de euros.


 


"Temos sete mil empresas que já foram notificadas por atrasos no pagamento das contribuições. As notificações ficaram sem resposta, pelo que se segue agora um processo de fiscalização" por parte do Instituto de Gestão da Segurança Social, afirmou o ministro. Na conferência de Imprensa, Vieira da Silva, que se encontrava acompanhado dos secretários de Estado da Segurança Social e do Emprego e Formação Profissional, respectivamente, Pedro Marques e Fernando Medina, referiu que o combate à fraude e evasão contributivas e prestacionais permitiu ao Estado arrecadar, até ao fim de Setembro, 352,4 milhões de euros, um valor que ultrapassa o previsto para todo o ano e não considera ainda os 27,4 milhões de euros cobrados em Outubro, mês em que foi batido um recorde.


 


O ministro destacou o bom comportamento das contribuições para a Segurança Social, que estão a crescer "de forma sustentada, não ocasional", a um ritmo de 6,1 por cento, "o dobro do valor registado há dois anos". O crescimento está acima dos 5,1 por cento previstos no Orçamento do Estado para 2006.


 


Quanto à recuperação de dívidas à Segurança Social, outra das áreas do plano de combate à fraude e evasão contributivas e prestacionais, registou-se um crescimento face aos primeiros nove meses de 2005 de 114,4 por cento, ou seja, foram cobrados 162,5 milhões de euros contra 75,8 milhões nos primeiros três trimestres de 2005.


 

publicado por PS Seia às 18:08
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