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14 de Novembro de 2006

Um Congresso de mudança para o futuro


 


Os militantes do Partido Socialista reafirmaram claramente a agenda reformista que o Governo definiu para modernizar o país. Esta a mensagem emanada do XV Congresso Nacional, conforme evidenciou o secretário-geral, José Sócrates, num brilhante discurso de encerramento que mereceu sucessivas ovações dos delegados presentes, no dia 12 de Novembro, em Santarém.



Manifestamente satisfeito pelo apoio que lhe foi expresso nesta reunião magna da família socialista, a qual descreveu como "uma boa lição democrática" - pelo elevado nível de participação que registou, pelo debate sério e plural que possibilitou entre "gente livre" que sabe manter a "unidade na responsabilidade" sem cair no unanimismo, o líder do PS garantiu ser esta "uma legislatura da mudança" com o nosso partido como protagonista.


 


Depois de afirmar que os votos dos militantes denunciaram a falsidade da tese de "alguns analistas políticos" segundo a qual no PS alastravam grandes dúvidas sobre a política do Executivo, José Sócrates apontou para uma realidade bem diferente e que ultrapassa o plano interno. A verdade é que o Governo ganhou o debate orçamental no Parlamento, o partido sai em grande e com força deste Congresso e as sondagens confirmam que continuamos a liderar as preferências dos portugueses, afirmou, considerando que o facto de manter uma "sólida base de apoio popular" confirma que os portugueses continuam a não querer "um país adiado".


 


Ao lembrar os bons resultados alcançados em apenas ano e meio de mandato, Sócrates vincou que a actual governação é capaz de vencer os impasses, de decidir e de fazer a diferença, encetando uma nova etapa na vida nacional marcada por novas oportunidades, pela credibilidade, confiança e estabilidade. Numa crítica directa aos que, fazendo oposição de maneira irresponsável, tentam diminuir o que os portugueses alcançaram com mérito e esforço em prol do interesse estratégico nacional, o secretário-geral do PS avisou que os socialistas não receberão lições sobre investimento de quem virou as costas à economia e não fez outra coisa senão meter os projectos na gaveta.


 


E porque o movimento reformista vai continuar, José Sócrates apontou para as novas ambições inscritas na agenda do Governo ao anunciar que será apresentada, ainda este mês, uma proposta concreta de actualização do salário mínimo para os próximos três anos. Em tempo de mudanças, a aposta numa educação de excelência para todos implicará que a qualificação das pessoas seja a prioridade na aplicação dos fundos comunitários no período 2007-2013.

publicado por PS Seia às 09:44
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